Lançamento do livro “O Direito à Dignidade Humana”

Editora da Escola Superior de Justiça lança a mais recente obra “O Direito à Dignodade Humana”, escrito pelo argentino doutor José Maria Desimoni e traduzido para o português pelo doutor Francisco Vieira Chagas.

O discurso de lançamento foi moderado pelo doutor Joaquim José Miranda Junior, diretor acadêmico da ESJUS e membro do Conselho editorial da Edições Superiores.

​O evento ocorreu na FNAC, em Belo Horizonte-MG​.

o-direito-a-dginidade-humanaSinopse:

“Grande foi o prazer com que fiz a primeira leitura desta obra, antes de sua divulgação universal, e dizer a respeito constituiu indescritível satisfação por se tratar de uma autêntica “catedral dos direitos humanos”, com todo seu esplendor holístico, íntegro e cabal.

Foi motivo de inocultável júbilo poder apreciar como o autor conseguiu desvelar, explorar, descobrir e expor a “essência” ou “substrato” da “dignidade humana” e sua “dinamogênese vital” através da história da humanidade: sua ponderação, acatamento e honra; sua atroz e horrenda negação durante o longo espaço de tempo de sua história; sua própria “raiz”, origem e causa de sua tutela societária.

Para compreender cognitivamente a “natureza” mesma do “direito à dignidade humana”, Desimoni teve de cruzar, decididamente, a ponte biossocial, que vai do “ser” à “norma” e retomar partindo do “logos” – como “conceito” e “regra” (o “conceituado” e o “regrado”, que outra coisa não é senão a abstração temporal do que é real, vital e sentido temporalmente – a original “realidade comunitária” que, “sendo interativamente”, segue dando vida e movimento a todas as “ideias” e “princípios” que a “corrente jurídica” cristaliza.

Aqui, jovens estudantes e ávidos leitores encontrarão a mesmíssima “substância” que ilumina e explica o direito fenomenicamente: em vocábulos kantianos, a “simultaneidade” e a “sucessão”; nas palavras do autor, o “perene” e “dinâmico” isto é, “modos de existência” em que se manifestaram e se manifestarão, permanente e inelutavelmente, o “egoísmo” e o “altruísmo” o “ódio” e a “maldade”, com as suas sequelas de destruição e morte; ao próprio tempo, o “amor” e a “solidariedade”, os que dando valor à “virtude” – e, com ela ao “apogeu” e à “plenitude” da vigência efetiva dos “direitos fundamentais” – sustentam os pilares que tornam possível a dignidade humana.

Osvaldo Nelo Tieghi”

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